{"id":9879,"date":"2015-09-21T09:34:13","date_gmt":"2015-09-21T12:34:13","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/?p=9879"},"modified":"2015-10-10T09:46:10","modified_gmt":"2015-10-10T12:46:10","slug":"taubatherium-reaparece","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/taubatherium-reaparece\/","title":{"rendered":"Taubatherium reaparece"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Bi\u00f3loga Graziela do Couto Ribeiro defende tese de doutorado na USP na segunda-feira, 14, sobre mam\u00edferos f\u00f3sseis da Bacia de Taubat\u00e9, com \u00eanfase no Taubatherium, um animal que vivia em bandos na regi\u00e3o h\u00e1 cerca de 23 milh\u00f5es de anos; foi aprovada com distin\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em><strong>e em outubro nosso Museu\u00a0de Hist\u00f3ria Natural exibir\u00e1 o esqueleto original do f\u00f3ssil e imagens de sua reconstitui\u00e7\u00e3o em vida.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Taubatherium \u00e9 um parente distante. Muito distante. No seu tempo, o homem ainda n\u00e3o existia. Mas ele vivia aos bandos pela Bacia de Taubat\u00e9, uma regi\u00e3o que se estende por cerca de 150 Km, de Cachoeira Paulista a Jacare\u00ed. Seu nome de batismo foi dado por Herculano Alvarenga, idealizador, criador e diretor do Museu de Hist\u00f3ria Natural de Taubat\u00e9 (MHNT). Foi ele que, ao descobrir os primeiros dentes do f\u00f3ssil, l\u00e1 pelos idos de 1976, sacou que estava diante de uma esp\u00e9cie animal ainda desconhecida. Seus estudos e pesquisas, por\u00e9m, limitaram-se a parte craniana do f\u00f3ssil. Graziela partiu desses estudos para remontar o esqueleto.<\/p>\n<p>Graziela conta que o nome deriva de sua origem em Taubat\u00e9 e therium, que significa mam\u00edfero, besta, fera. Portanto, trata-se de um mam\u00edfero, uma besta, uma fera que foi encontrada aqui na bacia sedimentar de Taubat\u00e9.<\/p>\n<p>Taubatherium foi um mam\u00edfero que vivia na regi\u00e3o h\u00e1 cerca de 23 milh\u00f5es de anos, no chamado per\u00edodo paleodino, uma idade da coluna geol\u00f3gica. Graziela confessa ser uma apaixonada pela Paleontologia. \u201cEm 2004 eu entrei pela primeira vez no Museu de Hist\u00f3ria Natural de Taubat\u00e9, um m\u00eas antes da inaugura\u00e7\u00e3o do museu em julho de 2004. Entrei como estagi\u00e1ria, fiz curso de aprimoramento e tive contato com os f\u00f3sseis que estavam muito distantes da minha realidade. Parecia coisa de filme\u201d, conta Graziela. No \u00faltimo ano da faculdade, descobriu que havia f\u00f3sseis na regi\u00e3o, que aqui em Taubat\u00e9 se vive em cima de uma bacia sedimentar. E com o material apresentado pelo professor Alvarenga &#8211; dentes e outros materiais que ele reuniu em seus anos de pesquisa e coleta \u2013 \u201ceu comecei a participar das pesquisas e coletas. Ent\u00e3o, eu ia com ele para os afloramentos, para Fazenda Santa F\u00e9, no bairro do Padre Eterno, onde h\u00e1 uma mineradora extrativa de argila e trazia o material aqui para o laborat\u00f3rio. O professor Herculano Alvarenga faz essas coletas desde 1976 no afloramento em Trememb\u00e9\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_9881\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/taubat.1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-9881\" class=\"size-full wp-image-9881\" title=\"F\u00f3ssil do Taubatherium reconstru\u00eddo pela bi\u00f3loga Graziela sob orienta\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico e paleont\u00f3logo, Herculano Alvarenga, idealizador e diretor do MHNT\" src=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/taubat.1.jpg\" alt=\"F\u00f3ssil do Taubatherium reconstru\u00eddo pela bi\u00f3loga Graziela sob orienta\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico e paleont\u00f3logo, Herculano Alvarenga, idealizador e diretor do MHNT\" width=\"650\" height=\"236\" srcset=\"https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/taubat.1.jpg 650w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/taubat.1-300x108.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9881\" class=\"wp-caption-text\">F\u00f3ssil do Taubatherium reconstru\u00eddo pela bi\u00f3loga Graziela sob orienta\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico e paleont\u00f3logo, Herculano Alvarenga, idealizador e diretor do MHNT<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Os propriet\u00e1rios permitem que se fa\u00e7a essas pesquisas?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Sim. Existe uma parceria da empresa mineradora com o museu. Eles s\u00e3o muito abertos a nossa entrada. Existe uma parte burocr\u00e1tica que n\u00f3s respeitamos. Existem documentos que enviamos pedindo autoriza\u00e7\u00e3o. Tanto para o DNPN \u2013 Departamento Nacional de Produ\u00e7\u00e3o Mineral, como para a empresa mineradora para que a gente possa ter acesso \u00e0s jazidas onde realizamos a coleta de material para pesquisa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>As escava\u00e7\u00f5es s\u00e3o feitas por voc\u00eas ou por equipamentos da mineradora?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Das duas formas. Eles t\u00eam interesse econ\u00f4mico na argila. Retiram o folhelho, que \u00e9 a parte superior, que eles n\u00e3o utilizam, v\u00e3o deixando de lado, at\u00e9 chegar na argila que \u00e9 o que interessa. A argila ent\u00e3o \u00e9 levada para um p\u00e1tio onde eles espalham. Os f\u00f3sseis podem ser encontrados tanto no folhelho com na argila. Tem ainda o xisto, nesse folhelho, onde tamb\u00e9m encontramos os f\u00f3sseis. Principalmente morcegos. Os outros mam\u00edferos como o Taubatherium foram encontrados na argila. Quando eles encontram algum objeto interessante, eles nos chamam e n\u00f3s vamos buscar para pesquisar. Professor Alvarenga tem feito um trabalho para capacitar os trabalhadores da mineradora a fim de que possam coletar o material na forma correta, como proceder quando encontrar um f\u00f3ssil e n\u00e3o o danifiquem. Muitas vezes isso ocorre devido ao trabalho com m\u00e1quinas que passam sobre o material. Se n\u00e3o fosse o trabalho deles a gente n\u00e3o teria esse material. Essa parceria foi muito importante para nossos estudos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quando teve in\u00edcio as pesquisas sobre o Taubatherium?<\/strong><\/p>\n<p>As primeiras coletas de material ocorreram em 1976. O primeiro dente o professor Alvarenga descreveu em 1989, treze anos depois. E desde 1989 at\u00e9 agora ningu\u00e9m havia estudado esse material p\u00f3s craneano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Quando \u00e9 que apareceram outras pe\u00e7as, al\u00e9m dos dentes?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Em 2007, minha disserta\u00e7\u00e3o foi sobre os \u201cMam\u00edferos f\u00f3sseis da Bacia de Taubat\u00e9\u201d. Trabalhei com todas as esp\u00e9cies, todas as ordens. Quando conclu\u00ed o Mestrado e decidi fazer o Doutorado, precisava definir como dar continuidade a esse estudo porque dispunha de muito material. Foi nesse momento que optei pelo Taubatherium, que j\u00e1 havia citado no Mestrado, mas n\u00e3o havia um estudo completo. Apenas os dentes tinham sido estudados. A partir desse momento iniciei a pesquisa p\u00f3s craniana, ou seja, fazer uma reconstitui\u00e7\u00e3o do esqueleto: como ele andava, do que se alimentava, qual era seu tamanho. Fizemos uma reconstitui\u00e7\u00e3o completa dele em vida, de sua postura, seus h\u00e1bitos alimentares, enfim, como era o Taubatherium.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>E o que era?<\/strong><\/em><br \/>\nHoje sabemos que ele era um mam\u00edfero herb\u00edvoro, que comia os ramos e n\u00e3o a vegeta\u00e7\u00e3o rasteira, tinha aproximadamente 80 cent\u00edmetros de altura e 1,80 metros de comprimento do focinho at\u00e9 as \u00faltimas sacrais, com peso estimado entre 280 a 350 quilos. Para exemplificar, imagine um cavalo com pernas curtas e com a cabe\u00e7a um pouco menor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Qual foi o foco de seu estudo?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Foi descrever o Taubatheriu com detalhes, a anatomia do esqueleto, fazendo compara\u00e7\u00f5es com outros f\u00f3sseis da mesma fam\u00edlia existentes em outras regi\u00f5es. Fomos \u00e0 Argentina e tamb\u00e9m aos Estados Unidos onde comparei com materiais da mesma fam\u00edlia, para poder tentar explicar melhor quem e como era esse animal. \u00c9 preciso fazer essa compara\u00e7\u00e3o com outros f\u00f3sseis e tamb\u00e9m com animais existentes, como cavalos, zebras, antas, para estimar o porte, o peso. A conclus\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o \u00e9 da mesma fam\u00edlia desses animais comparados e que realmente \u00e9 de uma fam\u00edlia extinta. N\u00e3o existe hoje nenhum representante dessa fam\u00edlia ou com algum parentesco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Ningu\u00e9m havia estudado esse f\u00f3ssil?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Antes do professor Alvarenga, outros dois pesquisadores j\u00e1 haviam iniciado estudos mas tinham identificado errado. Eles conclu\u00edram tratar-se de uma anta. Em 1971, um outro pesquisador &#8211; Paula Couto &#8211; tamb\u00e9m realizou estudos e concluiu que era um lentin\u00eddeo, uma esp\u00e9cie que ocorre na Argentina. Depois, s\u00f3 em 1989 o professor Alvarenga concluiu tratar-se de uma outra esp\u00e9cie e deu o nome de Taubatherium, atrav\u00e9s de restos anteriores ao dente encontrado, que chamamos de hol\u00f3tipo e a partir de todos os outros fragmentos s\u00e3o associados a esse. A partir da\u00ed vem o grande desafio que \u00e9 montar o quebra-cabe\u00e7a. Por exemplo: pegar um osso do p\u00f3s-cr\u00e2nio e afirmar se ele pertence ou n\u00e3o a essa esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Exige muita paci\u00eancia?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Exige anos de pesquisa, juntar todos os fragmentos, estudar, analisar, classificar um a um. No meu estudo foram mais de quinhentos ossos, que vamos unindo fazendo as associa\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Como \u00e9 feita a associa\u00e7\u00e3o de um cr\u00e2neo com os f\u00f3sseis p\u00f3s-cranianos?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Para unir um cr\u00e2nio a f\u00f3sseis p\u00f3s-cranianos \u00e9 preciso que eles sejam encontrados pr\u00f3ximos. Por exemplo, encontrar fragmentos de dentes e uma parte p\u00f3s craneana, j\u00e1 permite uma associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Trata-se de um \u00fanico f\u00f3ssil?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>O Taubatherium era o mam\u00edfero mais abundante da Bacia de Taubat\u00e9. Os vertebrados mais abundantes s\u00e3o os peixes. Entre os mam\u00edferos, o Taubatherium era o mais abundante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Se ele era t\u00e3o abundante como \u00e9 que ningu\u00e9m pesquisou antes?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Nunca ningu\u00e9m antes havia pesquisado esse material. Somente depois que n\u00f3s iniciamos as coletas \u00e9 que descobrimos que havia muitos e vimos que ningu\u00e9m havia feito esse estudo. Em 2007, quando iniciei o Mestrado, decidi estudar por compara\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas t\u00edpicas da fam\u00edlia, fazendo associa\u00e7\u00f5es e compara\u00e7\u00f5es dos fragmentos encontrados e fomos classificando at\u00e9 conhecer a morfologia da esp\u00e9cie. Somente depois de muito estudo e muita pesquisa vamos ganhando a experi\u00eancia que permite o conhecimento anat\u00f4mico e a identifica\u00e7\u00e3o dos f\u00f3sseis encontrados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Pr\u00f3ximos passos&#8230;<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Quando a gente conclui uma defesa, ocorre uma inje\u00e7\u00e3o de \u00e2nimo, a gente sai renovada. Agora eu preciso descrever formalmente tudo isso, compilar todos os dados da minha tese, melhorar alguns dados e depois publicar em uma revista, de prefer\u00eancia internacional. S\u00f3 assim fica formalizada a minha pesquisa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Novos projetos de pesquisa e novos desafios?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Muitos. Um deles \u00e9 estudar o Piratheria, que tamb\u00e9m \u00e9 um mam\u00edfero do porte aproximado de um elefante, que viveu tamb\u00e9m aqui no Vale do Para\u00edba h\u00e1 23 milh\u00f5es de anos, na mesma \u00e9poca do Taubatherium. Era um mam\u00edfero que ainda n\u00e3o tem um nome. Quando concluir o trabalho eu vou dar o nome a ele. J\u00e1 iniciei as pesquisas tanto no Mestrado como no Doutorado, j\u00e1 temos material coletado, e agora ele ganhar\u00e1 um nome e ser\u00e1 objeto tamb\u00e9m de uma publica\u00e7\u00e3o em outra revista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>O que lhe falta para melhorar as condi\u00e7\u00f5es de suas pesquisas?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>No Museu eu tenho encontrado todo o apoio e est\u00edmulo necess\u00e1rio. O Museu \u00e9 que precisa de algum apoio financeiro para manter os estagi\u00e1rios, os pesquisadores. \u00c0s vezes isso limita o nosso trabalho. Muitas vezes esse pessoal trabalha mesmo por amor \u00e0 profiss\u00e3o, aos estudos e \u00e0 pesquisa desenvolvida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[divider][\/divider]<\/p>\n<div id=\"attachment_9882\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/IMG_8283.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-9882\" class=\"size-full wp-image-9882\" title=\"Graziela sendo arguida na segunda-feira, 14, na USP\" src=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/IMG_8283.jpg\" alt=\"Graziela sendo arguida na segunda-feira, 14, na USP\" width=\"650\" height=\"368\" srcset=\"https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/IMG_8283.jpg 650w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/IMG_8283-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9882\" class=\"wp-caption-text\">Graziela sendo arguida na segunda-feira, 14, na USP<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Graziela do Couto Ribeiro<\/strong><\/p>\n<p>Graduada pela UNITAU em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas em 2004, com Mestrado na USP na \u00e1rea de Zoologia conclu\u00eddo em 2010 e doutorado em 2015 \u00e9 o r\u00e1pido curr\u00edculo de Graziela, que, na tarde de segunda-feira, 14, depois de 4 horas de argui\u00e7\u00e3o, teve sua tese aprovada sem corre\u00e7\u00f5es e com distin\u00e7\u00e3o e tornou-se o terceiro doutor da USP oriundo do Museu de Hist\u00f3ria Natural de Taubat\u00e9.<br \/>\nDoutores e cientistas que compuseram a banca n\u00e3o deixam d\u00favidas sobre a qualidade do trabalho:Reinaldo Bertini (UNESP), Peter Toledo (INPE); Mary Elizabeth (Geoci\u00eancias, USP); Herculano Alvarenga (MHNT) e Elizabeth Hofling (Bioci\u00eancias da USP).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MHNT<\/strong><\/p>\n<p>Apesar do sucesso cient\u00edfico, o Museu de Hist\u00f3ria Natural de Taubat\u00e9 padece de um mal cr\u00f4nico: falta de apoio do poder p\u00fablico local e do apoio material por parte de empresas.<br \/>\nO MHNT fica na rua Juvenal Dias de Carvalho, 111 &#8211; Jardim do Sol, Telefone:(12) 3631-2928. Vale a pena conhec\u00ea-lo!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bi\u00f3loga Graziela do Couto Ribeiro defende tese de doutorado na USP na segunda-feira, 14, sobre mam\u00edferos f\u00f3sseis da Bacia de Taubat\u00e9, com \u00eanfase no Taubatherium, &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9880,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-9879","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-reportagem"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9879","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9879"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9879\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9885,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9879\/revisions\/9885"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9880"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9879"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9879"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9879"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}