{"id":5425,"date":"2013-04-22T16:50:37","date_gmt":"2013-04-22T19:50:37","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/?p=5425"},"modified":"2013-05-07T10:44:50","modified_gmt":"2013-05-07T13:44:50","slug":"professores-da-rede-estadual-deflagram-greve-com-baixa-adesao-em-taubate","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/professores-da-rede-estadual-deflagram-greve-com-baixa-adesao-em-taubate\/","title":{"rendered":"Professores da rede estadual deflagram greve com baixa ades\u00e3o em Taubat\u00e9"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><!--more-->Por Paulo Lacerda \/ Foto divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Na \u00faltima sexta-feira, dia 19, a assembleia realizada em S\u00e3o Paulo pelo Sindicato dos Professores da rede estadual \u00a0(APOESP) deu in\u00edcio \u00e0 greve por tempo indeterminado no estado. Segundo os sindicalistas, cerca de dez mil professores participaram do ato. Eles marcharam da Avenida Paulista at\u00e9 a Pra\u00e7a da Rep\u00fablica, onde foi realizada a assembleia. Os professores n\u00e3o aceitaram a proposta de 8% de reajuste salarial referente a 2012 feita pelo Governo do Estado. A categoria exige que o valor seja de 36% e o cumprimento da Lei do Piso.<\/p>\n<p>Todavia, segundo o Diretor Estadual da Apeoesp, Silvio Prado, a greve em Taubat\u00e9 est\u00e1 com pouca ades\u00e3o, devido \u00e0 situa\u00e7\u00e3o preocupante dos professores da categoria &#8220;O&#8221;. Esse tipo de trabalhador corre o risco de perder o emprego caso fa\u00e7a greve.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma das greves mais fracas dos \u00faltimos trinta anos. Se tiver mais de 50 professores em greve, num universo de cerca de 1500 na regi\u00e3o \u00e9 muito\u201d, salientou. Ainda segundo Prado, \u00e9 necess\u00e1rio esperar a pr\u00f3xima assembleia, que ocorrer\u00e1 no dia 26 de abril, para saber o tamanho da ades\u00e3o dos profissionais da educa\u00e7\u00e3o em Taubat\u00e9.<\/p>\n<p>Confira o comunicado divulgado na quinta-feira, dia 25, pela secretaria estadual de Educa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em>O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de S\u00e3o Paulo (Apeoesp) rejeitou, em reuni\u00e3o solicitada \u00e0 Secretaria da Educa\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo e realizada na manh\u00e3 desta quinta-feira (25), proposta apresentada pelo secret\u00e1rio Herman Voorwald de avaliar no segundo semestre a possibilidade, de acordo com as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, de mais um aumento salarial para os profissionais do magist\u00e9rio.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0Vale ressaltar que, se aprovado pela Assembleia Legislativa o acr\u00e9scimo de 8,1% apresentado na semana passada, a Pol\u00edtica Salarial elevar\u00e1 em 45,1% os ganhos da categoria entre 2011 e 2014.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0A pasta tamb\u00e9m prop\u00f4s, tendo em vista alternativas j\u00e1 em discuss\u00e3o com outras pastas do governo, que fosse feito, em parceria com o sindicato, um estudo conjunto para an\u00e1lise da situa\u00e7\u00e3o de professores que atuam pela categoria O. A sugest\u00e3o, contudo, foi sumariamente desconsiderada pelos representantes da Apeoesp.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Sal\u00e1rio maior que o piso nacional<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>A valoriza\u00e7\u00e3o dos professores e demais funcion\u00e1rios da rede estadual de ensino est\u00e1 entre as prioridades do Governo de S\u00e3o Paulo. Os professores da rede estadual paulista, que j\u00e1 ganham 33,3% mais que o piso nacional vigente, passar\u00e3o a ter, a partir de julho, uma remunera\u00e7\u00e3o 44,1% maior que o vencimento m\u00ednimo estabelecido em decorr\u00eancia da Lei Nacional do Piso<\/em><\/p>\n<p><em>Salarial Magist\u00e9rio P\u00fablico. Cabe salientar que, a despeito das inverdades propagadas pelo sindicato, o Estado obedece ao limite m\u00e1ximo de dois ter\u00e7os da carga hor\u00e1ria total para a jornada de trabalho docente em classe. Portanto, a pasta cumpre integralmente essa legisla\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 lament\u00e1vel que a Apeoesp se paute por uma agenda pol\u00edtico-partid\u00e1ria e ignore o amplo di\u00e1logo que a atual gest\u00e3o tem estabelecido n\u00e3o apenas com os profissionais da rede estadual de ensino, mas tamb\u00e9m com os sindicatos da categoria. Desde 2011, o secret\u00e1rio Herman Voorwald e o secret\u00e1rio-adjunto Jo\u00e3o Cardoso Palma Filho se reuniram com l\u00edderes sindicais 23 vezes, sendo sete somente neste ano. Al\u00e9m disso, as entidades sindicais integram a Comiss\u00e3o Parit\u00e1ria que discute os Planos de Carreiras do Magist\u00e9rio, que devem ser conclu\u00eddos ainda neste semestre.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Calend\u00e1rio escolar permanece inalterado<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>O sindicato busca ampliar a baixa ades\u00e3o de professores \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o por meio do est\u00edmulo \u00e0 aus\u00eancia de alunos, induzindo pais a desrespeitarem sua responsabilidade legal de ter o filho na escola.<\/em><\/p>\n<p><em>O andamento das aulas e o calend\u00e1rio escolar permanecem inalterados e que pais devem levar seus filhos \u00e0 escola. A rede estadual disp\u00f5e regularmente de professores eventuais e, desde o in\u00edcio do ano, cerca de 55 mil profissionais se cadastraram para suprir, quando necess\u00e1rio, aus\u00eancias pontuais de docentes titulares. Cabe esclarecer que essa \u00e9 uma medida de praxe no cotidiano das unidades de ensino e que n\u00e3o tem qualquer outra finalidade a n\u00e3o ser garantir que os alunos tenham todo o conte\u00fado pedag\u00f3gico previsto.<\/em><\/p>\n<p><em>Os dados parciais dos per\u00edodos da manh\u00e3 e da tarde apontam que ontem (24) o registro de faltas teve oscila\u00e7\u00e3o de apenas 2,3% do total de docentes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia di\u00e1ria de aus\u00eancias de aproximadamente 5%.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":5426,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-5425","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-reportagem"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5425","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5425"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5425\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5429,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5425\/revisions\/5429"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5426"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5425"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5425"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5425"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}