{"id":16084,"date":"2018-08-04T19:00:22","date_gmt":"2018-08-04T22:00:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/?p=16084"},"modified":"2018-08-04T20:15:15","modified_gmt":"2018-08-04T23:15:15","slug":"uma-historia-de-amor-eduardo-pereira-santos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/uma-historia-de-amor-eduardo-pereira-santos\/","title":{"rendered":"Uma hist\u00f3ria de amor (Eduardo Pereira Santos)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>L\u00facia Cursino Moura (1947\/2018), esposa de Edmauro Pereira Santos, faleceu na segunda-feira, 30 de julho. Todos os amigos e parentes foram pegos de surpresas. Afinal, aquela bela senhora nunca havia apresentado qualquer problema at\u00e9 o m\u00eas passado. S\u00f3 restou a dor e uma hist\u00f3ria a\u00a0que come\u00e7a a ser contada por dois personagens: Eduardo e Jos\u00e9 Carlos Sebe. As cr\u00f4nicas <\/strong><\/em><strong>Uma hist\u00f3ria de amor<\/strong><em><strong> e <\/strong><\/em><strong>Carta a um jovem vi\u00favo<\/strong><em><strong> come\u00e7am a resgatar 55 anos de paix\u00e3o (na foto com Pedro, pen\u00faltimo neto)<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Casal.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-16085\" src=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Casal-450x298.jpg\" alt=\"Casal\" width=\"450\" height=\"298\" srcset=\"https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Casal-450x298.jpg 450w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Casal-300x199.jpg 300w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Casal.jpg 714w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Edmauro e L\u00facia em um momento de descontra\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/em><\/p>\n<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Nos albores de 1963, alunos da segunda turma da Faculdade de Engenharia de Taubat\u00e9 sentiram-se honrados quando foram recebidos na casa da renomada vereadora Judith Mazzela Moura, a primeira mulher a ocupar cadeira na C\u00e2mara Municipal da cidade.\u00a0 Tratava-se de uma comiss\u00e3o de quatro ou cinco representantes que levava \u00e0 carism\u00e1tica pol\u00edtica reivindica\u00e7\u00f5es do corpo estudantil. Dentre eles via-se, ainda com o topo da cabe\u00e7a a revelar sua condi\u00e7\u00e3o de calouro, Edmauro Pereira Santos.<\/p>\n<p>Esse foi o cen\u00e1rio da primeira troca de olhares, o flerte entre Edmauro e L\u00facia Cursino de Moura.\u00a0 Em um momento m\u00e1gico, eclodiu a atra\u00e7\u00e3o rec\u00edproca e incontrol\u00e1vel. Na mesma ocasi\u00e3o veio Edmauro a conhecer seu futuro sogro, o cativante Sr. Geraldo e os queridos cunhados Rute, Heleninha e Geraldinho.<\/p>\n<p>Iniciaram o namoro, m\u00e3os entrela\u00e7adas nas voltas pela pra\u00e7a, no clube e nos cinemas dando publicidade e afastando pretendentes inoportunos. A seu tempo, no ardor juvenil, a perplexidade do primeiro beijo. O amor se impondo, a necessidade sempre premente da proximidade do outro, os carinhos, cora\u00e7\u00f5es aos pulos. Foram par oficial no fim do mesmo ano no baile das debutantes do TCC. Depois, nessa torrente de felicidade o tempo voou at\u00e9 o noivado e o casamento.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Familia.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-16087\" src=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Familia-450x300.jpg\" alt=\"Familia\" width=\"450\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Familia-450x300.jpg 450w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Familia-300x200.jpg 300w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Familia-768x512.jpg 768w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Familia.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Uma das \u00faltimas fotos de toda a fam\u00edlia com filhos e netos<\/strong><\/em><\/p>\n<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Em 7 de mar\u00e7o de 1970, no Santu\u00e1rio de Santa Terezinha subiram ao altar. Ela, como sempre, estava linda, agora toda de branco, sorridente e chique. Ele, alto, magro, bonit\u00e3o, compenetrado, era um homem c\u00f4nscio da responsabilidade que assumia com tanta esperan\u00e7a e prazer. Um belo casal. L\u00facia era muito mais do que Edmauro sonhara para dividir a vida. Era de alma simples como ele, de boa fam\u00edlia como ele, tinham os mesmos sonhos e ambi\u00e7\u00f5es, pretendiam ter filhos e estabelecer fam\u00edlia. Identificaram-se. Apaixonaram-se e juraram amor eterno.\u00a0 E foram felizes para sempre. Essa hist\u00f3ria, entretanto, n\u00e3o se encerra \u00e0 moda dos contos de fada com o casamento dos personagens, escondendo do leitor todos os dias seguintes \u00e0s bodas com eventuais dissabores que porventura empanassem o brilho sedutor da narrativa at\u00e9 ent\u00e3o. O leitor, aqui, ficar\u00e1 na certeza de que L\u00facia e Edmauro foram realmente felizes para sempre.<\/p>\n<p>Quem viveu uma paix\u00e3o intensa sabe que ela n\u00e3o se explica. S\u00f3 invade e se imp\u00f5e. N\u00e3o precisa de motivo ou fundamento. Aconteceu assim. Mas algo havia a se sobressair no manto de virtudes que envolvia L\u00facia a mais cativar o parceiro. Parceiro no amor e na exist\u00eancia e nesse caso t\u00e3o \u00fanico, at\u00e9 al\u00e9m da exist\u00eancia. Sua do\u00e7ura. Sua profunda e discreta do\u00e7ura.<\/p>\n<p>Iniciaram a \u00e1rdua luta pela sobreviv\u00eancia e pela afirma\u00e7\u00e3o profissional. L\u00facia no magist\u00e9rio e Edmauro na engenharia mec\u00e2nica. Incentivaram-se reciprocamente e foram vencedores nos seus misteres.<\/p>\n<p>Vieram, como era imperioso, os dois primeiros filhos. Alexandre, hoje com 47 anos, casado com a m\u00e9dica pediatra Simone, cirurgi\u00e3o dentista e professor universit\u00e1rio, pais das mocinhas Luiza e Bruna e Luiz Guilherme, juiz de Direito em Pindamonhangaba, agora com 45 anos, casado com a empres\u00e1ria Maris, pais de L\u00edvia e Caio.\u00a0 Quando menos se esperava, alegrou-se a fam\u00edlia com o advento de Luiz Ricardo, atualmente com 36 anos, casado com Juliana, pais de Pedro e Mateus, ambos conceituados administradores de empresa na Capital.<\/p>\n<p>Nesse tema poderiam L\u00facia e Edmauro resumir o sentido dessa realiza\u00e7\u00e3o emprestando alguns versos de Eurico Santos: \u201cO tempo, que corr\u00f3i a obra alheia, a nossa fez mais forte e apetecida e n\u00e3o nos tem faltado o sal da vida e o doce mel de toda uma colmeia\u201d (Soneto, 9\/1\/1981).<\/p>\n<p>L\u00facia teve muitos amigos. Basta ver rea\u00e7\u00e3o comovente dos inconsol\u00e1veis companheiros de grupos de whatsapp, o consolo a toda a fam\u00edlia expresso das mais variadas formas, as lagrimas no \u00faltimo encontro.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Confraria.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-16088\" src=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Confraria-450x450.jpg\" alt=\"Confraria\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Confraria-450x450.jpg 450w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Confraria-150x150.jpg 150w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Confraria-300x300.jpg 300w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Confraria-768x768.jpg 768w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Confraria-80x80.jpg 80w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Confraria-360x360.jpg 360w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Confraria-750x750.jpg 750w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Confraria.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Confraria re\u00fane senhoras que enobrecem a tradi\u00e7\u00e3o e a fraternidade da terra de Lobato<\/strong><\/em><\/p>\n<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Foi sempre uma mulher bonita, elegante, esfor\u00e7ada e trabalhadora, digna, reta, cativante, bem informada, preparada. Doce. Encantadora.<\/p>\n<p>L\u00facia foi esposa perfeita para Edmauro. Em todas as esferas. M\u00e3e e av\u00f3 extremosa. Orgulhosa da prole. A sintonia entre o casal era surpreendente.\u00a0 Entendiam-se e \u00e0s vezes at\u00e9 se desentendiam brevemente sem palavras. Viviam realmente, sem nenhum apelo \u00e0 ret\u00f3rica, um para o outro. Dedica\u00e7\u00e3o completa e exclusiva. Desenvolveram ao longo dos anos juntos uma outra condi\u00e7\u00e3o que raramente se v\u00ea nos casais. Cumplicidade. Eram aliados e mais que isso eram c\u00famplices. Saborearam uma vida s\u00f3bria, quase que rotineira e recatada. Sem grandes viagens, exposi\u00e7\u00f5es ou apari\u00e7\u00f5es sociais glamorosas. Sem jamais temer o t\u00e9dio que destr\u00f3i alguns matrim\u00f4nios.<\/p>\n<p>Os que amam muito entendem essa conduta. O casal apaixonado dificilmente deixa o ninho. Quer\u2013se tanto que precisa de espa\u00e7o reservado. Quer sentir sem interfer\u00eancia o passar das horas. Sem passatempo que lhe roube o conv\u00edvio.\u00a0 Admir\u00e1vel que tenham mantido a chama acesa o tempo todo. Pois sem esfor\u00e7o ou atropelos mantiveram-na acesa at\u00e9 o derradeiro instante. Ali\u00e1s, essa chama nem a finitude humana apagar\u00e1 e esse \u00e9 um dos milagres dedicados aos grandes amantes que venceram juntos todos os obst\u00e1culos da vida. Por cinquenta e cinco anos que passaram sem que tivessem percebido.<\/p>\n<p>L\u00facia e Edmauro realizaram o discurso amoroso na sua perenidade, dita improv\u00e1vel, e na sua perfei\u00e7\u00e3o contrariando, ou melhor, posando como exce\u00e7\u00e3o \u00e0s considera\u00e7\u00f5es de Roland Barthes, no seu consagrado Fragmentos de um Discurso Amoroso. A prop\u00f3sito, \u00e9 curioso que imortais da literatura mundial retratem o grande amor e a grande paix\u00e3o negando-os de alguma maneira. Preferindo superestimar as barreiras para sua consuma\u00e7\u00e3o. Aprisionando-os num espa\u00e7o determinado de tempo. A hist\u00f3ria de amor a que ora se remete venceu os estr\u00e9pitos da obra de Shakespeare porque Romeu e Julieta n\u00e3o conseguiram sobreviver aos combates impostos \u00e0 paix\u00e3o que nutriam. Fugiram da vida e n\u00e3o enfrentaram inimigos ainda mais poderosos dos que os derrotaram. Houvessem consumado o sonho de amor e haveriam de submeter-se aos percal\u00e7os que uma longa vida em comum traria e a\u00ed sim, seriam postos \u00e0 prova.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Festa-JC-recortada.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16089\" src=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Festa-JC-recortada.jpg\" alt=\"Festa JC recortada\" width=\"321\" height=\"212\" srcset=\"https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Festa-JC-recortada.jpg 321w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Festa-JC-recortada-300x198.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 321px) 100vw, 321px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>L\u00facia e Edmauro na festa do ELO em 2011<\/strong><\/em><\/p>\n<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 L\u00facia e Edmauro est\u00e3o mais para os conceitos de alma g\u00eamea e busca da pr\u00f3pria metade, na forma vista em O Banquete, de Plat\u00e3o. Parecem um exemplo rematado da alegoria.\u00a0 A hist\u00f3ria \u00e9 conhecida mas vale lembrar, s\u00f3 de passagem. Os seres humanos, na vis\u00e3o mitol\u00f3gica, viviam colados em duas metades, com quatro bra\u00e7os e quatro pernas e tinham poderes que fugiam \u00e0 capacidade humana atual. Moviam-se com grande rapidez e se convenceram que podiam desafiar os deuses mas perderam o embate travado. Zeus, ent\u00e3o, vingativo, com uma espada, cortou-os verticalmente, espalhando-os.\u00a0 Diz-se ent\u00e3o que cada ser procura sua outra metade e se porventura realiza a rara fa\u00e7anha de encontr\u00e1-la faz-se completo outra vez e readquire a for\u00e7a que praticamente o assemelha aos deuses.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do que pode parecer e como costumeiramente se apregoa na pr\u00f3pria cerim\u00f4nia de casamento, n\u00e3o \u00e9 certo que a morte separe os protagonistas de uma particular hist\u00f3ria de amor. O amor que foi jurado perante o sacerdote, no rigor da liturgia, n\u00e3o teve o alcance do amor jurado por L\u00facia e Edmauro, um para o outro. Eles juraram amor sem fim, amor eterno, amor em todas as dimens\u00f5es, amor invenc\u00edvel a transcender as meras formalidades dos homens.<\/p>\n<p>O que avulta, o que importa \u00e9 que L\u00facia e Edmauro vivem no seu amor e ser\u00e1 sempre assim.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>L\u00facia Cursino Moura (1947\/2018), esposa de Edmauro Pereira Santos, faleceu na segunda-feira, 30 de julho. Todos os amigos e parentes foram pegos de surpresas. 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