{"id":14886,"date":"2017-07-16T03:24:16","date_gmt":"2017-07-16T06:24:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/?p=14886"},"modified":"2017-07-16T03:24:16","modified_gmt":"2017-07-16T06:24:16","slug":"coluna-do-aquiles-aprimorados-e-populares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/coluna-do-aquiles-aprimorados-e-populares\/","title":{"rendered":"COLUNA DO AQUILES: Aprimorados e populares"},"content":{"rendered":"<p>Marcelo Eloi, Marcelo China, Marcio Costa e Fernando Regis s\u00e3o o Toque de Arte. Al\u00e9m de tocarem samba, g\u00eanero que os lan\u00e7ou e at\u00e9 hoje \u00e9 reverenciado por eles, os caras cantam o fino! Conheci-os ao ouvir seu segundo CD lan\u00e7ado em 2008. \u00c0 \u00e9poca, n\u00e3o escondi a minha satisfa\u00e7\u00e3o pelo fato de terem buscado a experi\u00eancia do saudoso diretor musical no MPB4, Magro Waghabi, que criou quase todos os arranjos vocais do disco e ajudou a inocul\u00e1-los com o v\u00edrus do vocal \u2013 esse que, ap\u00f3s contra\u00eddo, n\u00e3o h\u00e1 rem\u00e9dio que cure: \u00e9 para a vida toda. Sob suas b\u00ean\u00e7\u00e3os, o Toque de Arte chegou, cantou, tornou-se um bamba do samba, deu asas \u00e0s suas vozes e cresceu \u2013 e a\u00ed \u00e9 que est\u00e1 a grande sacada que os diferencia.<!--more--><\/p>\n<p>E agora os rapazes est\u00e3o novamente na \u00e1rea, com Toque de Arte \u2013 20 anos \u2013 ao vivo (Fina Flor), gravado no Citibank Hall, no Rio de Janeiro. Amadurecidos, conhecedores dos segredos do palco e do que faz seus admiradores vibrar, o repert\u00f3rio selecionado \u00e9 poderoso \u2013 s\u00f3 sucessos; os arranjos vocais seguem a trilha aberta pelo Magro. O Toque apresenta um aprimoramento vocal que, apesar de n\u00e3o o impedir de ser popular, o torna \u00fanico na cena do samba.<br \/>\nInterpretando m\u00fasicas j\u00e1 gravadas por eles e outras escolhidas a dedo para seduzir seus f\u00e3s, ganha destaque uma banda de apoio com onze instrumentistas, cujo arranjador do naipe de sopros, o trombonista Fabiano Segalote, fez um belo trabalho. Somada \u00e0s percuss\u00f5es do quarteto, a sess\u00e3o r\u00edtmica \u00e9 fundamental para que os arranjos de base, criados pelo Toque, ganhem sustan\u00e7a.<\/p>\n<p>A abertura \u00e9 uma sequ\u00eancia instrumental: Hino Nacional Brasileiro (Os\u00f3rio Duque Estrada e Francisco Manoel da Silva), cantado em ritmo de samba, \u201cAquarela do Brasil\u201d (Ary Barroso) e \u201cBrasileirinho\u201d (Waldir Azevedo). Sax, trompete e trombone somam-se a bateria, baixo, teclado e ritmo, este a cargo de quatro m\u00fasicos. Um esquenta de primeira.<br \/>\nE na sequ\u00eancia, a regrava\u00e7\u00e3o de \u201cAquarela Brasileira\u201d (Silas de Oliveira), com arranjo vocal do Magro: in\u00edcio vocalizado e a capella. A seguir, cantos, contracantos e coros. Solo vocal a cargo da voz grave de Marcio Costa. Um divertimento com alguns versos e um ralentando conduzem ao final.<br \/>\nAp\u00f3s introdu\u00e7\u00e3o do sax, \u201cRetalhos de Cetim\u201d (Benito de Paula), tamb\u00e9m gravada no trabalho anterior. Nando Regis e seu cavaquinho iniciam o canto. O arranjo conduz a m\u00fasica arritmo, reinicia a melodia e finaliza.<br \/>\nUm medley que come\u00e7a com um rap, cuja letra \u00e9 do pr\u00f3prio Toque, tem tamb\u00e9m \u201cIsso Aqui o que \u00c9\u201d (Ary Barroso), solada por Marcelo Eloi, \u201cMaracangalha\u201d (Dorival Caymmi) destacando a flauta e \u201cKid Cavaquinho\u201d (Jo\u00e3o Bosco e Aldir Blanc), solo vocal de Nando Regis. Com o refr\u00e3o (re)quebrado, finalizam.<br \/>\nCom total dom\u00ednio do palco, o Toque de Arte cativa o p\u00fablico, que se esbalda de tanto gostar. Peral\u00e1&#8230; garrei a pensar: o Magro tinha que estar aqui agora, para ver o quanto ele colaborou, e ainda colabora, com a trajet\u00f3ria vitoriosa dos quatro meninos vocalistas e sambistas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aquiles Rique Reis, vocalista do MPB4<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marcelo Eloi, Marcelo China, Marcio Costa e Fernando Regis s\u00e3o o Toque de Arte. 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