{"id":14030,"date":"2016-12-11T09:10:56","date_gmt":"2016-12-11T12:10:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/?p=14030"},"modified":"2016-12-11T11:05:33","modified_gmt":"2016-12-11T14:05:33","slug":"eis-o-grande-breno-ruiz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/eis-o-grande-breno-ruiz\/","title":{"rendered":"Eis o grande Breno Ruiz"},"content":{"rendered":"<p>Eis que o g\u00eanio Breno Ruiz desabrochou em <em>Cantilenas Brasileiras<\/em> (independente), seu primeiro CD. Mesmo antes de o chamado grande p\u00fablico ter acesso a seu trabalho, suas m\u00fasicas j\u00e1 encantavam alguns m\u00fasicos no Rio e em S\u00e3o Paulo, gente que j\u00e1 percebera a mestria do mo\u00e7o.<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, ao longo de seus 33 anos, Breno Ruiz (nascido em Sorocaba, mas amadurecido em Itapetininga) j\u00e1 vinha surpreendendo os felizardos que tinham acesso a suas harmonias surpreendentes e a suas melodias imprevis\u00edveis.<\/p>\n<p>De minha parte, desde a primeira vez que o ouvi vieram-me duas certezas, uma prazerosa: esse cara \u00e9 o Guinga do s\u00e9culo 21; outra, desagrad\u00e1vel: ser\u00e1 que Breno padecer\u00e1 da s\u00edndrome que o condenar\u00e1 a ser um g\u00eanio reconhecido apenas pelos aficionados e por alguns poucos f\u00e3s, digamos, \u201ccomuns\u201d? Estar\u00e1 ele predestinado a ser um m\u00fasico para sempre elogiado, mas eternamente desconhecido do grande p\u00fablico? E a\u00ed me veio o nome de outro compositor genial, Celso Vi\u00e1fora. Tamb\u00e9m ele um g\u00eanio a quem n\u00e3o \u00e9 dada a ventura de ser um compositor popular, reconhecido como tal pelos brasileiros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Capa-CD-Breno-Ruiz.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-14032\" src=\"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Capa-CD-Breno-Ruiz-450x411.jpeg\" alt=\"Capa CD Breno Ruiz\" width=\"450\" height=\"411\" srcset=\"https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Capa-CD-Breno-Ruiz-450x411.jpeg 450w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Capa-CD-Breno-Ruiz-300x274.jpeg 300w, https:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Capa-CD-Breno-Ruiz.jpeg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tor\u00e7o muito para que Breno Ruiz espalhe seu talento a multid\u00f5es, dando-lhes a chance de perceber o qu\u00e3o grande ele \u00e9; permitindo que muitos possam somar sua admira\u00e7\u00e3o \u00e0 dos que hoje j\u00e1 t\u00eam o prazer de conhec\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Os caminhos de Breno se abriram ainda mais quando Paulo C\u00e9sar Pinheiro, sempre ele, vislumbrou no rapaz algu\u00e9m com tal capacidade criativa que faria jus a seus versos. Assim, em <em>Cantilenas Brasileiras <\/em>todas as doze faixas s\u00e3o parcerias do poeta generoso com o compositor singular.<\/p>\n<p>Mesmo sem ter conhecimento de g\u00eaneros musicais do passado, como lundus, choros e modinhas, Breno despeja o seu talento em composi\u00e7\u00f5es como aquelas, g\u00eanesis da m\u00fasica popular. Impressiona o fato de ele compor m\u00fasicas t\u00e3o ancestrais de forma t\u00e3o perfeita, t\u00e3o bela.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 ouvindo as m\u00fasicas do CD que se percebe a versatilidade criadora de Breno. \u00c0 riqueza delas, acrescente-se a participa\u00e7\u00e3o de um pequeno grupo de instrumentistas: Neymar Dias (contrabaixo ac\u00fastico, naipe de cordas e viola), Igor Pimenta (contrabaixo ac\u00fastico), Pedro Alterio (viol\u00f5es) e Gabriel Alterio (bateria e percuss\u00f5es). Al\u00e9m disso, temos as participa\u00e7\u00f5es especiais de Renato Braz e M\u00f4nica Salmaso. Todos eles, compositores, int\u00e9rpretes e instrumentistas, amantes da obra de Breno.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/feD_dt1aq6o\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A comentar cada uma das m\u00fasicas do CD, leitora e leitor, prefiro exort\u00e1-los a ouvi-las, dando-lhes a chance de por si s\u00f3 constatarem a genialidade de Breno. Mas por favor, sugiro que o escutem com especial aten\u00e7\u00e3o, pois \u2013 e isso logo restar\u00e1 claro \u2013 voc\u00eas estar\u00e3o diante de uma obra-prima.<\/p>\n<p>E olha que Breno est\u00e1 s\u00f3 come\u00e7ando! Quantas belezas ele ainda criar\u00e1? Quantos g\u00eaneros, antigos e\/ou modernos, ainda vir\u00e3o? Meu Deus do c\u00e9u!<\/p>\n<p>Eis Breno Ruiz, um tremendo compositor e pianista, pronto para fazer hist\u00f3ria na m\u00fasica brasileira. Para isso \u00e9 necess\u00e1rio que muito mais e mais gente tenha acesso \u00e0 sua m\u00fasica. A ele, pois!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Aquiles Rique Reis<\/strong>, vocalista do MPB4<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eis que o g\u00eanio Breno Ruiz desabrochou em Cantilenas Brasileiras (independente), seu primeiro CD. 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