{"id":10576,"date":"2016-03-24T12:14:31","date_gmt":"2016-03-24T15:14:31","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalcontato.com.br\/home\/?p=10576"},"modified":"2016-04-05T15:57:30","modified_gmt":"2016-04-05T18:57:30","slug":"camara-atropelada-por-carrocas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/camara-atropelada-por-carrocas\/","title":{"rendered":"C\u00e2mara atropelada por carro\u00e7as"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><em>Vereadores quase se estapeiam por causa do projeto de lei que proibia carro\u00e7as na cidade; o autor Douglas Carbonne o retira da pauta. (por Nathalia de Oliveira)<!--more--><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Segunda-feira, 21. Os term\u00f4metros na C\u00e2mara Municipal registram altas temperaturas na sess\u00e3o ordin\u00e1ria recheada de confus\u00f5es e acusa\u00e7\u00f5es entre os vereadores. A raz\u00e3o \u00e9 a mesma que tem gerado disc\u00f3rdia h\u00e1 meses: o projeto que pro\u00edbia circula\u00e7\u00e3o de carro\u00e7as na cidade. A briga parou o plen\u00e1rio.<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o come\u00e7ou quando Douglas Carbonne (PCdoB), autor da lei, pediu para que o presidente Paulo Miranda (PP) retirasse o projeto da pauta do dia, e apresentou outro projeto de lei. O que muda: o novo permite a circula\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos de tra\u00e7\u00e3o animal em vias da zona urbana e das \u00e1reas de expans\u00e3o quando houver necessidade de deslocamento para haras ou hip\u00f3dromos, ou para qualquer local onde seja praticado hipismo, equoterapia, cavalgadas, passeios de charrete, eventos de cunho religioso ou folcl\u00f3rico e demais atividades que deem destaque \u00e0 intera\u00e7\u00e3o, turismo e lazer.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Circo armado<\/strong><\/p>\n<p>Para Jeferson Campos (PV), o antigo projeto \u201catinge de forma brutal o povo do cavalo\u201d, dificultando as cavalgadas, charretes e romarias. Douglas defende que o projeto n\u00e3o proibia atividades de lazer e turismo. O vereador apresentou outro projeto para que a lei ficasse mais clara para a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Jeferson criticou Douglas e alegou que o mesmo estaria adiando a vota\u00e7\u00e3o. A confus\u00e3o se instalou no plen\u00e1rio. Luizinho da Farm\u00e1cia (PROS), que \u00e9 a favor da lei, entrou na discuss\u00e3o e acusou os vereadores de \u201cfazerem palanque em cima do projeto\u201d e a secret\u00e1ria de Jeferson de espalhar \u201cmentiras\u201d no Facebook.<\/p>\n<p>No audit\u00f3rio, carroceiros vaiavam os vereadores que defendiam o fim das carro\u00e7as. Luizinhofoi vaiado pelos carroceiros. Irritado, o vereador desafiou que eles conversassem cara a cara. \u201cVem aqui, voc\u00ea mesmo de vermelho\u201d, gritava Luizinho que chegou a abrir a porta que divideos dois ambientes. \u201cPresidente, o senhor chamou refor\u00e7o policial?\u201d perguntou Carbonne enquanto os carroceiros gritavam e tentavam entrar no plen\u00e1rio.<\/p>\n<p>Jeferson retomou a discuss\u00e3o com Douglas: \u201cAgora eu vou tentar barrar este projeto para que ele n\u00e3o volte \u00e0 pauta\u201d, e foi ao audit\u00f3rio onde foi ovacionado pelos carroceiros. Isto tirou totalmente o foco da sess\u00e3o. Os carroceiros come\u00e7aram a chamar os vereadores que votaram contra para tirar fotos e comemorar a retirada do projeto. Vereador Nunes Coelho (PRB) foi ao encontro dos carroceiros que o levantaramnos bra\u00e7os e festejaram.<\/p>\n<p>Presidente Paulo Miranda suspendeu a sess\u00e3o por cinco minutos. Quando a policia chegou \u00e0 C\u00e2mara Municipal, os nervos j\u00e1 tinham se acalmado e os vereadores deram continuidade \u00e0 pauta do dia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vereadores quase se estapeiam por causa do projeto de lei que proibia carro\u00e7as na cidade; o autor Douglas Carbonne o retira da pauta. (por Nathalia &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10578,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[29,7],"tags":[],"class_list":["post-10576","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-regional","category-reportagem"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10576","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10576"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10576\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10877,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10576\/revisions\/10877"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10578"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10576"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10576"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalcontato.com.br\/home\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10576"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}