Indústrias em marcha
Confraternização anuncia
boas novas


Se o oráculo pudesse ser consultado certamente responderia que as lideranças deveriam adiar por uma semana suas festas de confraternização de fim de ano: na madrugada de quarta para quinta-feira, 13, o Senado enterrou a sonhada CPMF, o tal imposto do cheque que na verdade não passava de um cheque em branco para petistas sério, aloprados e aprendizes de feiticeiros

CIESP Taubaté


Torino, Ana, Jaqueline, Jorge, Franco e Flávia

Almir, Jeane, Cevidanes, Neli, Lilian e Ney

O prefeito foi recepcionado pelos capitães da indústria

Foi em grande estilo a festa de Confraternização do CIESP - Regional de Taubaté, na sexta-feira. O local não poderia melhor: no Buffet Imperial, no Sitio dos Ypês. Assim foi mantida a tradição com mais de 400 representantes das indústrias e convidados de toda a região, desde São Paulo até Cruzeiro. Está de parabéns a Diretoria Regional capitaneada pelo Diretor Titular - Joaquim Albertino de Abreu e os Vice-Diretores Fábio Soares Duarte e Carlos Inocêncio Nunes. A festa foi prestigiada também por representações de outras unidades do CIESP e da Sede de São Paulo, além do Prefeito de Taubaté e autoridades locais e regionais. Como ninguém é de ferro, a festa foi marcada por muita alegria e descontração só interrompidas para o serviço de um excelente buffet. Está de parabéns a equipe administrativa do CIESP comandada por José de Arimathéa e suas escudeiras Fernanda Ferro Cavalheiro, Rose Myriam, Alessandra Franco, Lucimara Mendes, Teresa Barbosa e Mônica da Costa. A festa só seria mais animada se fosse realizada depois da histórica derrota do imposto do cheque – CPMF – na madrugada de quinta-feira, 13.

CIESP em Sampa


José Carlos Emberfics, Fernando Takao, Albertino de Abreu, José Arimathea e Antônio Augusto, na FIESP em Sampa

Na segunda-feira, 10, foi a vez da FIESP/CIESP promover uma jantar de confraternização na sua sede localizada na avenida Paulista. Taubaté esteve representada por um time de primeira linha. Mas o clima que reinava mesmo era a expectativa do resultado da votação da CPMF no Senado, marcada para a noite de quarta-feira, 12. Paulo Skaf, por exemplo, apesar de se encontrar na sede da entidade, não teve tempo para participar. Skaf teve a coragem que muita não teve de enfrentar Brasília. Recebeu muito golpe baixo de todos os inquilinos do Palácio do Planalto. Mas valeu a pena!! Foi uma boa luta!!

 

 

Enófilos em ação


Roberto Wagner, no centro, e os futuros enófilos

Roberto Wagner cumpriu o prometido. Compareceu e fez uma excelente palestra/aula sobre espumantes para um privilegiado grupo que compareceu à Cantina Toscana na terça-feira, 11. Pelo jeito, foi apenas um ensaio de muitas novidades que estão por vir.

 

Barão na pior


José Diniz, o Barão P4, na redação de CONTATO

Há duas semanas o Barão de Passa Quatro, pseudônimo de José Diniz, proprietário e editor do hebdomadário Matéria Prima, é editado dentro do PEMANO, em Tremembé. Diniz foi condenado a um ano e um mês de detenção em regime semi-aberto por injúria e difamação e mais o pagamento de sete salários mínimos. O processo foi movido pelo advogado Antonio Luís Ravani, que o acusou de difamá-lo no seu jornal. Numa delas, Diniz afirma que Ravani "passou todo o serviço para o colega que foi contratado pela parte contrária num processo". Ravani disse à Folha de São Paulo que a prisão foi "mais do que justa". Ele quer que "o jornal seja fechado". Ravani é conselheiro da 18ª. seção da OAB local e diretor para assuntos políticos partidário da entidade. Ele contou a CONTATO que está movendo mais três processos contra Diniz: são duas queixas crimes. Uma delas dói desmembrada em dois processos: um por difamação e injúria e outro por ter ameaçado a mulher do advogados, no qual já teria sido condenado a três meses e 22 dias de reclusão.
Semana passada, apesar de nossa reportagem ter conhecimento da sua prisão, Selma Ribeiro, esposa de Diniz, não a confirmou por telefone.
A advogada de Diniz, Ana Lúcia Martins, segundo a Folha de São Paulo, disse que ele já foi condenado outras vezes pela mesma razão e, por ser reincidente, não pôde substituir a detenção por pena alternativa: "Mas vou tentar libertá-lo porque não tem cabimento você colocar [alguém] por crime de imprensa na cadeia com marginais".
Enquanto isso, vamos torcer para que o Barão volte para casa o mais breve possível. São os votos sinceros da redação do Jornal CONTATO.

Publicarte apaga 10 velinhas


Paulo César Abud, Localiza, e sua Namorada
Na terça-feira, 4, a agência de publicidade comandada por Manoel Carlos de Carvalho Júnior reuniu amigos, colaboradores e parceiros para comemorar 10 anos de sucesso.