Era uma vez uma quadra...

CONTATO registra a destruição de uma obra, a quadra poliesportiva do Jardim de Alah, que não resistiu a chuvas e ventos em seu primeiro ano de existência. Mais uma para o portfólio da administração do engenheiro Roberto Peixoto

Por Marcos Limão e Paulo de Tarso Venceslau

      A quadra poliesportiva do bairro Jardim de Alah foi construída pela prefeitura de Taubaté no final de 2006. Infelizmente, logo no segundo mês do ano seguinte, ela tornou-se capa da edição nº 303, do jornal CONTATO, que estampava a manchete: “Descaso. Prefeitura constrói quadra poliesportiva que é tomada pelo matagal.” A quadra teria sido construída como contrapartida pela perda de outra que foi demolida para que pudesse ser construída mais uma rotatória.
      Hoje, outubro de 2007, a mesma quadra praticamente não existe mais. As fotos mostram uma construção que não resistiu um ano de existência. E, ao lado da quadra, existe hoje uma montanha de lixo conforme já denunciamos em outras edições e que tem repercutido em outros veículos de comunicação.
      A deterioração da quadra é incompatível com a data de entrega da obra e levanta uma questão: o que teria levado ao chão uma obra tão recente? E como se explica a existência de uma enorme concentração de lixo bem ao lado da quadra?
      É muito difícil imaginar que ventos possam derrubar alambrados que não impedem sua circulação e chuvas por abaixo muretas tão pequenas. Porém, segundo a assessoria da prefeitura, “o alambrado caiu devido as fortes chuvas da última sexta-feira, e na próxima semana a empresa que executou a obra irá retomar os serviços, pois a mesma já foi notificada pelo Departamento de Obras Públicas (DOP) da Prefeitura de Taubaté.” A conferir.

Homenagem

      O jornal CONTATO dedica esta foto-reportagem ao repórter cinegrafista da TV Vanguarda, Hélio Rodrigues, 47, que, na sexta-feira, 28, sofreu um acidente fatal enquanto trabalhava, na porta do Pronto Socorro Municipal de Taubaté. É uma humilde homenagem ao jornalista que gostava de ler a revista “Seleções” e de conhecer as novidades tecnológicas. Apaixonado como ninguém pela labuta, Helião foi professor de muitos competentes repórteres e cinegrafistas de hoje. Sua alegria espontânea deixa saudade.