A
osteoporose é a diminuição da massa óssea.
Pessoas que não praticam atividade física e ingerem
pouco cálcio durante as primeiras décadas de vida
possuem maior risco de desenvolver osteoporose.
O osso é um tecido vivo que se
renova permanentemente. Todos os dias, nosso organismo recebe
cálcio dos alimentos ingeridos e perde cálcio através
da urina. Se sai mais cálcio do que entra, o organismo
retira-o dos ossos para manter o nível de cálcio
circulando no sangue. Mas, o déficit de cálcio nem
sempre acarreta problemas ou limita as atividades da pessoa.
O envelhecimento provoca a perda gradual
da massa óssea. Por isso mesmo, a osteoporose passa a preocupar
principalmente quando começam os riscos de fraturas.
A osteoporose incide menos nas mulheres
de pele escura e bem mais em pessoas de origem asiática,
mulheres brancas e de pele clara.
O departamento de radiologia oral da universidade
de Hiroshima, no Japão, analisou através de uma
pesquisa a relação entre perda óssea da coluna
vertebral e a perda de dentes. Uma das conclusões é
que a perda dos dentes superiores pode estar associada com a diminuição
da densidade do osso aoveolar “osso no qual se prende o
dente”, e, em decorrência disso, as alterações
osteoporóticas na maxila e mandíbula afetam diretamente
a estabilidade e retenção dentária. Portanto,
há uma relação direta entre osteoporose e
reabsorção óssea bucal.
Os pesquisadores japoneses notaram também
que a reposição hormonal, após a menopausa,
pode aumentar a retenção dos dentes.
O hábito de mastigar alimentos
mais duros, mesmo nas idades mais avançadas, promove um
estímulo que reduz o risco de perda dental.