Congonhas
testemunhou o mais grave desastre aéreo do Brasil, em uma
competição sinistra em que a Gol é medalha
de prata, com seus mortos amazônicos. A TAM é ouro.
A abundância de informações
sobre o desastre de Congonhas ampliou a discussão, surgindo
“reverso”, “manetes”, “spoilers”.
A sucessão de erros dos pilotos teria surgido 2 segundos
antes de o avião tocar o solo (touch down).
Os inúmeros erros e falhas
humanas cometidos pelo eng. Peixoto tiveram início na escolha
do candidato pelo Sr. J. B. Ortiz, quando o nome foi pinçado
entre os mais incompetentes de seu partido, para que não
houvesse dúvidas na escolha de seu sucessor, que viria
ser o filho de J. B. Ortiz. Foi uma operação sem
nenhum risco: 100% das possibilidades votavam por um governo inepto,
o que não se constitui em uma unanimidade pouco ou nada
sábia, ou brilhante.
“Não havia nada melhor
do que ele”, confessa Ortiz-pai, com razão, no que
diz respeito à sua equipe, embora dela fizesse parte seu
filho Junior, o candidato de agora.
A falência múltipla
dos equipamentos e pilotos envolvidos no desastre da TAM vem sendo,
a cada dia que passa, objeto de denúncias. No caso Peixoto,
seus apoiadores tinham convicção de sua incompetência,
sendo ela a fiadora de seu fracasso e caminho aberto para Ortiz
Júnior.
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Acabou
a pista e a aeronave bateu em prédio da própria
TAM. A pista do governo Peixoto nunca foi usada, porque seu governo
não “decolou” e, para isso, contou com a figura
desastrosa de Anderson, futuro genro e autor de processo contra
este jornalista colocado na honrosa posição de principal
inimigo deste desgoverno, e já inocentado pela justiça,
mas vendo Anderson promovido para a área de Turismo, podendo
voltar a Londres, para trabalhar em paz e não comparecer
a nenhum evento cultural.
“Quem sabe faz, e quem não
sabe dirige”, deve ter pensado Peixoto, ao tirar Anderson
da Cultura para conduzi-lo ao Turismo, abrindo espaço para
a interessante figura de Duda, agora a mulher da Cultura em Taubaté,
garantia para que Taubaté deixe de ser autora de besteiras
oficiais.
O governo não decolou, nem
decolará, por falta de piloto, aeronave, pista. A prefeitura,
onde falta tudo, no entanto conta com Peixoto para assegurar o
êxito de bobagens e lições de cartilhas, demissão
dos qualificados e promoção dos medíocres.
Quantas justas ambições
da cidade se frustraram? A começar pelo SIM, todas. O “consolo”
é que, em ano e meio de circo, muito se fará no
terreno da prefeitura, garantia de que o acervo de piadas só
tem o trabalho de arquivá-las. Para má memória
de Taubaté.
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