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Os
cães de terapia são treinados para visitar instituições
com altas taxas de depressão e estresse como hospitais, asilos,
orfanatos e presídios. Esses cães realizam um trabalho
que consiste basicamente em dar carinho e atenção
a pessoas que precisam, fazendo com que se sintam melhores e menos
solitárias, diminuindo taxas de depressão e auxiliando
na recuperação de doentes e na reabilitação
de detentos.
O impacto da atuação
dos cães nestes casos é bastante profundo e tem demonstrado
excelentes resultados em todos os locais em que a prática
foi implantada. Os projetos de Terapia Assistida por Animais (TAA),
estabelecidos em todo o mundo a partir da década de 80, tiveram
como base as propriedades positivas do convívio com os cães,
demonstradas pelos trabalhos de diversos pesquisadores.
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O
trabalho de cão de terapia é voluntário e
deve envolver também o dono. É um serviço
filantrópico que no Brasil está representado, por
exemplo, com o “projeto cão do idoso”, na cidade
de São Paulo. Os participantes afirmam que o contato com
os cães é muito esperado pelos idosos das casas
de repouso visitadas. As visitas são fotografadas e cópias
dos retratos dadas aos idosos que as guardam de lembrança.
Mas não é todo
cão que pode desenvolver este trabalho. Cães não
aptos ao serviço de TAA podem desde estranhar as pessoas
com as quais ele deveria interagir até demonstrar indiferença
podendo causar sentimentos de rejeição.
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