Por Pedro Venceslau

Tititi fura CONTATO

Só mesmo uma revista que vive de intrigas poderia dar na frente de hebdomadário que o serial killer da novela Belíssima é Gigi, o maior vagau da história.

Maldito Gigi. Maldita Tititi
Pois é, fãs desta coluna e noveleiros em geral. Comi barriga. Na semana passada, mais precisamente na sexta, a revista Tititi, da editoria Abril, estampou, na capa, a grande revelação de Belíssima. Gigi, aquele tresloucado cinéfilo desocupado, tio da Júlia, quem diria, é o grande assassino, o grande vilão...Gigi é o cara. Ok, ok,ok. A informação passada para Tititi, anunciada como de "fontes da produção", só pode ter partido do autor da novela, que não por acaso assina, vire e mexe, uma coluna na revista. Mas, como toda novela é uma obra aberta, vai saber... O fato é que muita gente, inclusive eu, já desconfiava do titio esquisitão, que não trabalha, não faz nada na vida.


Ornela ou Gigi?
Oficialmente, porém, os releases da Globo apontam para outro caminho. A assassina serial da história seria a pervertida e também desocupada Ornela, a papa anjo, que está, isso é fato, mancomunada com Bia desde o início. Nos próximos capítulos, aliás, Bia, a megera, vai reaparecer na maior cara lavada, dizendo que armou esse truque todos apenas para "tirar férias desta família maluca".

Será?
Analisando os passos do roteiro, jogo minhas fichas em Ornela e Gigi. E cravo, sem titubear: é Ornela que conversa com o vilão André pelo telefone. Alguém aí quer fazer um bolão? Mande sua aposta para jornal.contato@uol.com.br e concorra a uma assinatura de um ano de CONTATO inteiramente grátis.

Cyro e Giovanna, pintou romance
Isso já era mais ou menos óbvio que ia acontecer. Cyro, depois de saber que é pai de Érica, se apaixona pela pimpolha Giovanna. E vai até a casa dos gregos conversar com os pais dela.

Mônica fica para titia
 Outro lance que era fácil de prever: Mônica (Camila Pitanga), a tadinha, ex-doméstica, se separa de Alberto (Alexandre Borges), que opta por Rebeca (Carolina Ferraz, para os não iniciados). A armação para separar os dois é comandada por Karen, aquela que era sócia e vira secretária.
 
Bia e Júlia brigam feio 
Como eu já disse, a víbora volta na maior cara lavada. Disse que estava em uma fazenda descansando. Mas Júlia, que está cada vez mais macha, encara a avó e arma um barraco daqueles. Bia, com toda razão, acusa a neta de ter sido incompetente na Belíssima, ao perder tudo para André. Alguém duvida disso? De qualquer forma, quem vai colocar Bia na cadeira será Vitória.



“Não adianta vitimizar Lula”

No programa Canal Livre, na Band, FHC solta o verbo. Acompanhe os principais momentos de uma entrevista que ainda vai dar muito o quê falar.

Os índices positivos obtidos por Lula pelo fato de a população não ter feito ainda entre o presidente e a crise que perdura mais de um ano. "É como se ele não fosse presidente do Brasil", disse o ex-presidente.
A relação entre Lula e as denúncias de corrupção aparecerá em breve nas pesquisas, a depender do discurso da oposição e da própria sociedade, diz FHC que dispara "Você tem que dizer: 'Se o presidente não sabia de nada, não tem a ver com isso, com o que é que ele tem a ver? Como é que você pode governar o Brasil sem prestar atenção nestes fatos?"
Sobre os escândalos do "mensalão" envolvendo o PT, FHC disse que é "um partido que, como organização, propicia a corrupção nas instituições". Essa corrupção institucionalizada seria, segundo ele, resultado da própria construção ideológica do partido. Para o ex-presidente, o PT mistura o público e o privado por acreditar que o partido pode transformar o Estado.
Para o ex-presidente, é preciso evitar um discurso que possa transformá-lo em vítima. "Não adianta 'vitimizar' o presidente, isso dá um efeito contrário".
“Lula pode se beneficiar por um momento favorável no mundo e algumas políticas de benefícios”, acredita FHC. Mesmo que Lula ganhe as eleições, o que não pode acontecer, segundo ele, é o povo absorver os escândalos como se fosse uma rotina.
Fernando Henrique Cardoso afastou definitivamente as suspeitas de que poderia se candidatar à presidência da nação nas próximas eleições. O ex-presidente afirmou ser muito velho para exercer as tarefas que o cargo exige.

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